segunda-feira, 24 de outubro de 2011

FUGA 4


A 4ª edição do Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás, FUGA 4, acontecerá de 17 de novembro a 01 de dezembro de 2011.

Este ano, o FUGA apresentará ao público goianiense o resultado de sete trabalhos realizados conjuntamente por professores e alunos de Artes Cênicas, Direção de Arte e Dança, como resultado de disciplinas ministradas na EMAC/ UFG e FEF/UFG; além de receber espetáculos de São Paulo (UNICAMP), Brasília (UnB) e Bahia (UFBA).

Sob o tema "Diálogos e Conflitos entre Arte, Sociedade e Universidade", o festival será realizado em diferentes locais: Escola de Música e Artes Cênicas - EMAC/UFG, Centro Cultural UFG, Oficina Cultural Geppetto, Teatro Zabriskie e Teatro do Centro Cultural Goiânia Ouro; contribuindo para que haja um diálogo entre a produção acadêmica universitária e a sociedade. Além de fomentar a cultura e proporcionar ao público goianiense espetáculos de qualidade artística.

Em 2011, serão 15 dias de Espetáculos, Cenas Curtas, Performances, Oficinas, Palestras e Debates (as oficinas e palestras serão abertas para participação da comunidade em geral. Acompanhe o calendário de Inscrições pelo site: www.emac.ufg.br/ fuga).

Saiba mais:

Espetáculos convidados:


Cordões - Carolina Laranjeiras, UFBA
Malva Rosa - UnB
Portela, patrão; Mário, motorista - A Boa Companhia, UNICAMP

Cenas curtas/Performances:

TONIES DA SOIRÉE OU...SAÍDA PELA ESQUERDA!



O grupo Peleja vai abrir o FUGA com o espetáculo "Cordões"



Cordões é o resultado de uma investigação em dança motivada pela experiência do encontro entre a dançarina e a brincadeira do Cavalo Marinho. O universo da brincadeira oferece princípios criativos (corporais, musicais e visuais) que servem de base para as invenções materializadas nos movimentos/estados corporais, na trilha sonora, e no figurino que compõem a obra.
O entrelaçamento entre "trupés", tombos e pisadas - movimentações características da brincadeira - e as experiências corporais anteriores da dançarina - pesquisadora, enquanto principal condutor do processo criativo, gera vibrações, intensidades que desenham num percurso permeado por pulsação e fluidez.
A palavra Cordões sugere ligação, encadeamento, partes que formam um todo, junção, entrelaçamento, trança. Nesse sentido um percurso cênico é configurado como uma trama de cordões que lançam imagens e sensações, num jogo de sentidos abertos.
Este trabalho foi financiado pela  Bolsa de Residências em Artes Cênicas da FUNARTE 2010.



Equipe de Organização e Curadoria do IV Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás - FUGA 4

Alexandre Nunes

Marlini Dornelles

Rosi Martins

Renata Lima

Saulo Dallago

Fabrícia Vilarinho

Gerda Arianna

Marcus Pantaleão

domingo, 23 de outubro de 2011

Feito de papel

Trabalhar com papel não é tão fácil quanto se imagina, mas existem artistas muito bons, especialistas em papel, como é o caso da designer Noelia Lozano, que tem criações muito bacanas de dioramas de papel, que se transformam em imagens ilustrativas muito bem feitas. Confiram um pouco abaixo:












Arte em livros

Quando falamos arte em livros já pensamos em ilustrações, mas o que a artista australiana Kylie Stillman faz é praticamente uma escultura, ela “cava” em estruturas de livros e blocos de papel, figuras diversas, que vão de pássaros à bonsais. Confiram alguns de seus trabalhos nas imagens abaixo:










Veja mais!

sábado, 22 de outubro de 2011

1ª turnê internacional da Orquestra Sinfônica Jovem de GO


Concerto lança 1ª turnê internacional da Orquestra Sinfônica Jovem de GO
Apresentação será no domingo (23), às 11h, no Teatro Escola Basileu França.
Essa é a 1ª turnê internacional de uma orquestra do estado, diz organização.








A orquestra foi fundada em 2001 para desenvolver habilidades artísticas e dar formação profissional a alunos de escolas públicas e particulares de Goiânia. Atualmente, é responsável pela formação de 170 músicos, entre crianças, adolescentes e jovens. Eles recebem instrução prática, teórica e são beneficiados pelo Programa Bolsa Orquestra, uma contribuição mensal para cobrir os custos do estudo da música.
Em 10 anos de atividade, cerca de 100 músicos se tornaram profissionais, atuando em várias orquestras e bandas do país. Alguns seguiram carreira acadêmica e hoje dão aulas em várias instituições do país.
A Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás se apresenta no domingo (23), às 11h, no Teatro Escola Basileu França, para o Concerto de Lançamento de sua primeira turnê internacional. Os ingressos custam R$ 10, com direito a meia-entrada para idosos e crianças de até 10 anos.



A turnê acontecerá entre os dias 30 de outubro e 4 de novembro deste ano, com um total de oito concertos nas cidades de Granada, Barcelona, Vila-Seca, Lleida e Girona, todas na Espanha. Os concertos acontecerão em importantes espaços, como o Auditório Enric Granados, em Lleida, o Auditório Josep Carreras, em Vila-Seca e o célebre Palau de la Musica Catalana, em Barcelona, considerado uma das salas de concertos mais importantes da Europa, onde serão realizados dois concertos devido à grande demanda de público.
Segundo a organização do evento, os recursos arrecadados neste concerto serão destinados ao pagamento de parte das despesas da viagem do grupo para a Europa. Segundo os organizadores, essa é a primeira turnê internacional de uma orquestra de Goiás, e a 3ª de uma orquestra jovem brasileira.
Nos concertos da turnê os ingressos estão sendo trocados por alimentos não perecíveis. As arrecadações serão distribuídas à população carente do país por meio de um banco de alimentos criado pela empresa que patrocina o evento.
Serviço
Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás - Concerto de Lançamento da Turnê Internacional
Data: Domingo (23)
Horário: 11h
Local: Teatro Escola Basileu França
Endereço: Avenida Universitária, nº 1750, no Setor Leste Universitário
Entrada: R$ 10 com direito a meia-entrada para idosos e crianças de até 10 anos






quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dicas de Filmes: O Palhaço




Com estreia prevista para o dia 28 de outubro, “O Palhaço” chega ao circuito com credenciais de sobra: além de abrir a última edição do Festival de Gramado, o filme levou os prêmios de Direção, Ator Coadjuvante (Moacir Franco), Roteiro e Figurino em Paulínia, onde também estabeleceu o recorde de público da mostra. A coprodução Globo Filmes narra a história de Benjamim (Selton Mello), que toca o Circo Esperança com o pai, Valdemar (Paulo José). Os dois formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue, que lideram uma trupe de artistas mambembes pelo interior do país, até que o jovem, cansado das constantes queixas da equipe e dos problemas do circo, decide ter uma vida mais “normal”.

Segundo longa-metragem de Selton Mello depois de “Feliz Natal” (2008), “O Palhaço” une referências distintas como Fellini, Jaques Tati e Didi Mocó, personagem criado pelo humorista Renato Aragão, para criar uma obra que equilibra, com humor e delicadeza, diversão e densidade. Completam o elenco Larissa Manoela, Giselle Motta, Teuda Bara, Álamo Facó, Cadu Fávero, Fabiana Karla, Jorge Loredo, Jackson Antunes, Moacyr Franco, Tonico Pereira, Ferrugem, Erom Cordeiro, Hossen Minussi, Maíra Chasseraux, Thogun, Bruna Chiaradia, Renato Macedo e Tony Tonelada.

No filme, Selton Mello e Paulo José vivem a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Em dado momento, Benjamim, nome do personagem de Selton, acha que perdeu a graça e parte em busca de um sonho. Assista ao trailer do filme e leia também as entrevistas exclusivas com Selton Mello e Paulo José.
Cenas inéditas e bastidores!



CINE UFG




CINE UFG exibe mostra de filmes de Pier Paolo Pasolini.
Exibições irão até o dia 01/11, com curadoria do professor Rodrigo Cássio.




Se no século XX as obras de arte passaram a ter a contradição como uma das marcas indispensáveis da sua sobrevida, resistindo ao mecanismo que as identifica como produtos descartáveis e avessos à reflexão, poucos foram os cineastas assíduos no imaginário do cinema que efetivamente se posicionaram ao lado da arte. Talvez por assumir a contradição em sua própria maneira de esclarecer as forças dominantes de uma sociedade em crise, Pasolini é um desses cineastas.

Na obra do diretor italiano, não sem um estranho deslumbramento, reconhecemos uma Itália desmontada por suas poderosas convicções, e, por isso mesmo, um país que se agarrava a elas para tentar salvar a sua essência, projetando um futuro. O sagrado que purifica o sexo, que acusa no corpo o vazio da metafísica. A desigualdade que produz violência e a beleza criminosa de toda tragédia (o crime é sempre o mesmo: desencantar a vida). É assim que Pasolini se equilibra entre as simplificações ideológicas que o cercam, indo além delas e chegando aos dias de hoje. O que poderá dizer o seu cinema para o espectador do século XXI?

(Rodrigo Cássio)



Confira aqui a programação completa.


Debate do filme: Teorema

26 de outubro, quarta-feira – após a sessão das 17h30

Debatedores:

Marcelo Rodrigues – Professor e editor da revista Primeiro Plano

Fabiano Camilo – Historiador e membro do Portal OPS

Mediador:

Rodrigo Cássio (Facomb/UFG)

Varekai - Cirque du Soleil




Em uma misteriosa floresta no interior de um vulcão, existe um mundo extraordinário. Um lugar onde tudo é possível, chamado Varekai.

Um jovem solitário cai dos céus e assim começa a história de Varekai. Caindo de pára-quedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura absurda e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.

A palavra Varekai significa “em qualquer lugar” na língua dos ciganos, os eternos nômades. Esse espetáculo é uma homenagem ao espírito nômade, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a sua busca no caminho que leva até o Varekai.



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